Meu post anterior foi uma canção do Caedmon’s Call, uma de minhas preferidas. Eu disse que depois postaria a razão. Eis aqui…
Antes é importante falar um pouco do tema da canção. Uma amiga do autor faleceu. E ele está narrando a experiência de participar de seu primeiro velório… e de uma pessoa querida.
Há dois trechos dessa canção que mexem fundo comigo (além da melodia e o tema). Os dois tem mais ou menos a mesma idéia… o primeiro:
There aren’t words to say; words aren’t remembered, but presenceis.
A good friend once told me, and he was there, he was there.
But she wasn’t there.
Tradução
Não há palavras a dizer, palavras não são lembradas, mas a presença é, um amigo me disse. E ele estava lá, mas ela não estava.
É fato: algumas vezes, as palavras não dizem o que gostariamos de dizer. E, nesses momentos, a simples presença, o estar junto, pode falar mais do que palavras.
O segundo:
And I think about my brother,
and how I just stood there
with my hands in my pockets and my heart in my throat.
TraduçãoE penso em meu irmão
E em como eu apenas permaneci ali, com minhas mãos nos bolso e o coração na garganta.
Essa é a segunda parte, quando achamos que a presença resolve tudo e colocamos nossas mãos em nossos bolsos e negamos àqueles que amamos um abraço, um sinal de carinho, de amor.
Essa música, mesmo sendo uma música apenas, mudou muito minha forma de encarar algumas coisas, entre elas, os relacionamentos com meus pais, irmãos e amigos. Aprendi que dizer a eles o quanto os amo não me fará mal algum, e aprendi como é importante ouvir isso as vezes. E como é importante abraça-los. E por mais vergonha e timidez que tenhamos, são essas coisas que serão lembradas por eles.
Papis, Mamis, os amo muito!
Lê, Julia, Nanda… cada um de um jeitinho, com lembranças únicas, amo vocês!
E aprendi que tenho que fazer isso enquanto estão comigo…









Sem comentários. Te amo filhote