De costas para o crime
“A bunda não tem volta” (Fernanda Montenegro, no “Irritando Fernanda Young”, sobre a banalização da mulher na TV).
A dica é de Sérgio Pavarini
Pois é… quando uma artista renomada, que venceu pelo talento, chegando concorrer ao Oscar, diz algo assim, é sinal que devemos parar para pensar.
Como sempre, tentaremos achar culpados. E, como sempre, não concordaremos em quem são. Apenas faço, portanto, uma ressalva: o problema não é só brasileiro. Assistindo à mulher mais influente do mundo (uma tal de Ophra) por esses dias, vi uma discussão igualzinha, sobre a “vagabundização” (vou patentear isso
) da mulher em músicas Rap (que sou fã… de rap e de mulheres, essas com mais admiração do que vício). No caso das bundas brasileiras e os funks das cachorras, de boa, estou fora. Gosto de música… de verdade!









Abunda « Na Toca da Cobra
De costas para o crime
Ê bunda não tem volta%D (Fernanda Montenegro, no %CIrritando Fernanda Young%D, sobre a banalização da mulher na TV).
A dica é de Sérgio Pavarini
A bunda como a vida “Não” tem volta.
Ela virou apelos no sentido banal da palavra. Muitos tentam a conservá-la através de ginástica ou massagens. . . mas . . .vai chegar um dia que . . . Bam! ! ! Ela pode desabar . . . e ai minha amiga? Se você a credibilizou tanto, deixou de fazer tantas outras coisas para poder . . .( Você sabe do que eu tô falando ). . .É o precioso Tempo que pode ir além da indústria do SEXO! ! !
Só as verdadeiras Mulheres e também os valentes Homens, sabem, que a verdadeira toca da cobra, não está no seu formato padrão, mas sim no prazer de guardá-la com carinho e amor. . .
Fico com medo de viver na era onde a bunda chega primeiro que todo o resto do corpo. A bunda emplaca sucesso, a bunda faz subir ibope, a bunda dita regras e ainda serve de inspiração para as “boas” músicas que temos por aí. Parafraseando a Ana Carolina: ” Corra, lá a “bunda” atirando pra todos os lados”…
Uene
Não estou certo se não tem volta. Creio, na verdade, que tem. Mas acredito também que não seria como antes. Por mais que a sociedade passe a buscar profundidade ao invés de externalidades, há sempre a cicatriz que fica. Uma marca indelével… na bunda!
Rodrigo
Interessante sua colocação, se a bunda chega primeiro, talvez estejamos andando de costas
Hoje compreendo: Penso que é preciso amar sempre, dependente da forma que “DEUS e nós” escolhemos para o amor . . . reavaliando o que realmente somos para assim entender o que sejamos . . .ou das inúmeras razões que escolhemos para o prazer, sob uma experiência tão legal! ! ! em raros instantes que germinam “vida” em prazeres, tão significativos. A bunda pode transmitir para outrem um sentido novo de sabedoria ! ! ! tão projetada e canalizadas pelas diversas formas de prazer, camufladas por uma sociedade tão hipócrita e banal . . .A revolta surge como um fio . . . mas o bom disso tudo é que TODOS e TUDO reconheceram o “quadrado no redondo” . . . O resultado é uma ” LUZ ” no fim do túnel . . ., esquecida em algum lugar . . . perdido em uma doce lembrança . . ..reconduzida por MULHERES e HOMENS quase que perfeitos, numa nova era e um novo milênio.
eita!