Andei pensando… sabem qual a pior coisa que pode acontecer? É aquilo que nunca aconteceu. É… pior do que comprar um carro velho, é não ter comprado nenhum. Pior do que ir mal na prova da faculdade, é sequer tê-la feito. Pior do que perder o gol feito é sequer ter entrado em campo. Pior do que amar alguém que não merece, é não ter amado ninguém. Pior do que errar, é nunca ter tentado.
Aprendi isso cedo. Aprendi com minha mãe, quando quis desistir do cursinho preparatório para a Federal. Minha mãe insistiu, insistiu, insistiu, até que voltei. Entrei com ótima colocação. Depois consegui bons empregos, paguei minha faculdade, meu carro, meu apartamento e tudo mais que consegui… porque minha mãe me ensinou a não desistir sem tentar.
E, ao mesmo tempo que aprendi, me parece incompreensível - ou compreensível e inaceitável – quando alguem tem medo de arriscar. Um professor de Direito Internacional, em uma aula de vida – muito mais valiosa que uma aula de faculdade – disse que um cavalo selado não passa duas vezes. E se passar, não é o mesmo. Então, quando tivessemos um pela frente, que montássemos e cavalgássemos. E ele está certo. Acabamos nos arrependendo não das coisas que fizemos, mas das que deixamos de fazer, costumo ouvir de meu velho – que não é velho – pai.
Não quero me arrepender do que não posso mais voltar atrás…
Nessa semana, deixei passar uma oportunidade. E confesso que fiquei com isso na cabeça… mas vou lutar para criar uma ainda melhor, já diria Francis Bacon.









E é claro que pôde conhecer pessoas fantásticas e modestas como eu na Federal (grande Dona Bete!)
“Arriscar é viver!!”
Embora fiz muitas asneiras seguindo esse lema, gosto de pensar que vou morrer satisfeito de ter arriscado, e arriscado muito. Afinal, viver pedindo sempre o número 1 no MacDonalds não é viver – é simplesmente prolongar as mesmas experiências.
Tiago
Eu tbm fiz… e é natural.
Teria feito asneiras se não tivesse tentado, tbm. Afinal, é fazendo m**** que se aduba a vida, né?
hehehehehe
Mas não me arrependo… e nem quero! Gosto do que fiz e faria tudo de novo, talvez melhor, mas faria de novo.
E é claro que não teria conhecido pessoas, vivido as coisas que vivi na Federal. No fim, minhas amizades mais caras (de prezadas) são alguns poucos amigos que tenho da Federal… praticamente todos da velha guarda do Ágape
Ah, e deixa minha mãe ler que vc a chamou de Dona Bete
HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA
Tua sorte é que ela tem medo de avião, senão tu levava um belo puxão de orelhas
HAHAHHAHAHAHAHAHAHAAHAHH
Adorei…
Me identifiquei com mto com o texto,parabéns querido…
Beijos.
É verdade mesmo =/
E não se preocupe com a oportunidade perdida
Sabe aquela velha história do “Se não foi…não era pra ser”?
Acho que se encaixa aí…E talvez não apareça apenas mais uma, mas várias
;D
Saudades!
Beijoo
HEHEHE…ESSA VAI PRO MEU CADERNINHO: é fazendo m**** que se aduba a vida!!!!
Rô, ainda bem que se identificou… foste uma das fontes de inspiração para o texto
hehehehe
Line, nem curto essa de “se não era pra ser”. Sou do tipo que faz acontecer… e só disse que perdi uma oportunidade, mas não que me arrependi, mas apenas fiquei pensando e acabei escrevendo o post
Loretta
e não é?
hehehehe…
A frase completa é gaúcha: “O cavalo encilhado não passa duas vezes”
As vezes por não sentirmos que somos capazes ou por medo, acabamos que deixando coisas boas passarem em nossas vidas, sem ao menos tentarmos.
Muitas das vezes me escondo por medo de ser reprovada e vejo que por conta disso acabo perdendo grandes oportunidades.
Mário
nada como um grande Mestre
valeu!
Val
é… já passei por isso… ainda passo, na verdade… mas tenho notado que estou mais “desencando”, pagando pra ver
Olá! Estava passando por aqui, quando me deparei com seu texto, que por sinal nos faz parar e repensar nossas escolhas, nossos medos.
Concordo plenamente com o texto, a vida é feita de escolhas, e na maioria das vezes quando optamos por algo, perdemos outro. E assim é a vida.
O que não podemos é deixar de viver, o medo de tomar alguma decisão não pode nos congelar á tomar algumas atitudes, melhor sim se arrepender por algo que vc do que por não ter feito, para que no futuro bem próximo vc não se depare com aquela frase cruel:” E se eu tivesse feito isso???E se eu tivesse tentado como seria????
Melhor tentar do que ter que conviver a vida inteira com alguns “Se” que irão aparecer nas nossas vidas…
Um abraço.
Lana.
Eu odeio o “se”… mas não deixo de conviver com ele…
Só espero que, ao olhar para trás, os “se”s não signifiquem muito
É tbm odeio os “SE” mas por outro lado, quando estamos tendo que decidir algo que pode mudar por completo nossas vidas, tudo acaba se tornando mais dificil, mas complicado de decidir. Ás vezes é melhor continuar no mesmo lugar, do que talvez arriscar e perder coisas ou pessoas significativas…
Ou não…
É dificil falar disso, Lana… Eu ainda acho que o gosto amargo do “se” é horrível. Mas há outro ponto importante: estarmos certos quando fazermos uma escola. Sim, penso que é um segredo. Se estamos certos, confiantes, não nos preocupamos mais com o “se”. O problema é que as vezes tomamos decisões sem estarmos seguros, aí o “se” tem um gosto cada dia mais amargo.
Você sempre escreve coisas linds. E esse seu post apareceu na minha vida junto com outro “puxão de orelha”, só que este, cinematográfico: o filme Antes de partir.
besitos, querido!!!
Hum… vou ver se consigo ver o filme
nossa, me perdoa. na verdade to morrendo de vergonha.
nao tenho esse costume de nao colocar a fonte, se reparar sempre escrevo embaixo de onde tirei o texto em questão.
no teu caso nao me lembrava msm de onde tinha tirado e te garanto que não foi do blog. pois nunca havia o visitado antes.
e qnd copiei ele ja estava alterado daquele jeitinho. nem mexi.
ja fiz as devidas alterações.
peço desculpas mais uma vez.
abraço.
Tudo bem… achei a delinquente.
Juuuuuuuuuuuuuuu, eu tenho medo de andar de avião, mas você não tem, vai lá e dá um empurrão no Tiago, rsrsrs
Filho e eu fiquei feliz de você ter lutado e não ter desistido, não ter jogado a toalha, que bom.
Você sabe que sou paga pau né???
Bjs