O que escrevo, meus textos, minhas poesias, não são nada. São apenas um espelho que deixo aqui do lado, para que cada um se veja nele. Nestas linhas, cada um pode ser apenas e exatamente o que é.
O que escrevo, meus textos, minhas poesias, não são nada. São apenas um espelho que deixo aqui do lado, para que cada um se veja nele. Nestas linhas, cada um pode ser apenas e exatamente o que é.
« Passou sem ter sido Aquela coisa sem nome »
É uma forma muito legal de se reconhecer. Quando me olho no espelho que eu mesma deixo, não vejo o que vejo no espelho que você, ou que outro escritor/escritora deixa.