Kopenhagen

29 04 2008

All you need is love. But a little chocolate now and then doesn’t hurt.

Charles M. Schulz


Tudo que você precisa é de amor. Mas um pouco de chocolate aqui e ali não machuca ninguém.

Charles M. Schulz
(tradução livre)


Essa vai em homenagem às minhas amigas… hehehee…




Uma dor que dói no peito

25 02 2008

Post da Poetriz, que vale uma olhada, sobre um texto de Caio Fernando de Abreu.

(…) querendo controlar a própria loucura, discretamente infeliz.

Não que estivésse triste, só não compreendia o que estava sentindo.

Caio F. Abreu

Original aqui aqui.




As piores

25 02 2008

Diálogo Noite Adentro
- Mas há as que nos compreendem…
- Ah, essas são as piores!
Mário Quintana




Coração Valente

21 02 2008

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”

Provérbios 4:23


No texto Desperdício, falei sobre arrependimentos e citei um versículo de Eclesiaste. Lembrei-me imediatamente deste outro versículo de Provérbios. Ambos livros de Salomão, considerado o homem mais sábio da antigüidade.Lembrei-me das dores que sofremos por não cuidar do coração. Lembrei de quanto já me machuquei por deixá-lo “desprotegido”, à mercê de outras pessoas. E lembrei-me, também, de como o deixamos em um quartinho escuro, sem janelas que permitam a entrada de um pequeno raio de sol logo depois que isso acontece. E fica lá, o coração: ora totalmente desprotegido, ora excessivamente protegido.Talvez devêssemos vir com um compartimento especial para guardar o coração: onde ele ficasse protegido, ao mesmo tempo que pudesse ver o sol.

Ou, talvez, ele esteja apenas no lugar certo: no peito, pronto a encarar os desafios, mas protegido por uma complexa e fascinante estrutura óssea que protege ao mesmo tempo que lhe permite enxergar as coisas de fora.

No fim, acho que nós é que devemos ter mais cuidado onde nos enfiamos, pois o coração, Deus o colocou no lugar certo.




Lateral

15 02 2008

A partir de hoje, o blog Sobre Mulheres e Homens, do meu amigo Aprendiz de Feiticeiro, passa a fazer parte da barra lateral da Toca, com direito a atualização automática dos últimos posts.

Vale a pena conferir




Domínio

14 02 2008

“O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo

Sl. 103:19




Indicações

13 02 2008

Posts recentes em sites parceiros

Sabonete líquido, em Sobre Mulheres e Homens

Texto de Vinícius de Moraes sobre a anatomia feminina


Onde?, em Sobre Mulheres e Homens

Mais uma pérola de Vinícius, falando da vida, seus encontros e desencontros


O Aprendiz de Feitceiro, em Sobre Mulheres e HomensTexto de Mário Quintana, que deu origem ao nome do autor principal do blog.


Tecnologia de Papel, em O ProfessorDica de site para professores e alunos, com foco em tecnologia




Certezas

13 02 2008

Mais uma do grande Quintana


Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…
E que esse momento será inesquecível…
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento…e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros… Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena.

Mário Quintana




Transplantes

12 02 2008

Teresa

Na mochila que arrumou para a viagem do filho, botou um pouco de si mesma. Difícil foi ele explicar para o guarda de quem era aquele rim.

Fonte: Twitteratura




Procura-se

12 02 2008

Amadurecimento

“Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você…
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando: a vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa parece estar sempre presente: a busca pela felicidade com o amor da sua vida.
Desde pequenos ficamos nos perguntando “quando será que vai chegar?”, e a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida “será que é esta pessoa?”.
Como diz o meu pai: “nessa idade tudo é definitivo”, pelo menos a gente achava que era. Cada namoro era o novo amor da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente… PLAFT!… como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito “do próximo amor”.
Você percebe que, cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses. Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletivo. Procura uma pessoa formada, trabalhadora, bem resolvida, inteligente, com aquele papo que nos
deixa sentados no bar o resto da noite. Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue “imagem e ação” e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta… E haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade que vai do forró aos pagodes. (iecati) Mas o melhor dessa parte é se divertir com os amigos, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som… Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o amor de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Mário Quintana


Dica da Milly, que vou dedicar a um grande amigo




Novos sons

10 02 2008

Juan
Olhou no dedo a marca da aliança e se lembrou de como foi difícil acostumar-se àquela coisinha. Agora, o que mais incomodava era o silêncio.

Fonte: Twitteratura


Como citei em post anterior, estou namorando. E é a sério. Quem me conhece sabe que já tive uma experiência ruim. E quem me conhece bem, sabe que sempre procuro aprender com experiências - boas ou ruins. Creio ter aprendido bastante. E também descobri que há muito a aprender ainda. Essa é uma das vantagens que reconheço no tempo: precisamos dele para aprender. E não costumo atribuir muitas.  Não gosto de atribuir ao tempo as propriedades medicinais que a maioria das pessoas atribui. Normalmente, o tempo apenas esconde feridas… mas elas continuam lá.Anyway,  a parte mais difícil tem sido confiar. Não apenas confiar aquela confiança comum, de traições e egoísmos e outras mazelas humanas. Não, isso é algo que se conquista. Falo, sim, daquela confiança do filho que pula da janela nos braços do pai quando este chama. Aquela confiança que temos quando vemos uma comida estranha e a mãe diz “Come, vai te fazer bem” e comemos, mesmo não gostando as vezes, mas confiando. Simplesmente confiando.Quando se entra em um relacionamento assim (e falo de coisas sérias, não dessa palhaçadinha de criança que vai em balada pra beijar, escolhe o mais bonitinho - e mais cheio de baba compartilhada - e diz que está apaixonado), é importante a confiança na pessoa, mas é talvez ainda mais importante a confiança nos dois, no relacionamento em si.  E isso não é fácil. Nem simples.No passado, disse que somos resultado de nossa história. E quando entramos em um relacionamento (novamente, falo de coisas sérias), levamos para este relacionamento toda essacarga, toda essa história. E aí entra a parte difícil. Levamos medos, lembranças,  gostos, gestos, lembranças de gestos. Levamos um pouco de “achei que você já soubesse que sou assim ou assado”. Levamos também algumas cobranças. Tudo isso pode ser bom, mas é também potencialmente ruim. Acreditar que o outro nesse relacionamento agirá como alguém no passado é condenar essa pessoa por um crime que nunca cometeu, com a justificativa da pura potencialidade de se cometer. Em outras palavras, culpar um inocente. É errado, injusto e cruel! Mas é difícil tratar a questão.

Que se pode fazer, então? Como disse no começo, acho importante aprender sempre. E “sempre”, significa aprender inclusive com medos e situações ruins. Para isso, há que enfrentá-las, confrontá-las. Assim, por mais que doa, é importante aprender para, aí sim, levar esse aprendizado ao relacionamento, ao trato com o outro. Não como juízo, mas como compreensão, carinho e cuidado.

Estou aprendendo e há muito a trilhar nessa direção ainda. Mas cansei do silêncio. Quero ouvir os sons…