Next

28 03 2008

Next, Michael CrichtonSeguindo uma das minhas diretivas para esse ano, estou lendo mais. É um bom sinal… estou “voltando à forma”.

O primeiro livro que iniciei e terminei nesse ano (ainda no início do mês de Fevereiro) foi Next, de Michael Crichton (meu autor preferido). O livro trata de uma série de manipulações genéticas que vão acontecendeo em animais e, em alguns casos, em humanos.

Como em outros de seus livros (Jurassic Park, Linha do Tempo, Congo, Homem-Terminal, etc), Crichton realiza um invejável trabalho de pesquisa acadêmica que lhe servirá de suporte para a história (fictícia). Considerado o pai do tecnotrhiller, o autor costuma pegar um “buraco” da teoria, algo ainda não comprovado, ou improvável, e tratar como “verdade”, tendo como pano de fundo situações bastante possíveis. Um leitor um pouco mais envolvido com a leitura, tomaria por real a história.

No site do Submarino, a avaliação está em “Excelente”. Deixo a dica.




Transplantes

12 02 2008

Teresa

Na mochila que arrumou para a viagem do filho, botou um pouco de si mesma. Difícil foi ele explicar para o guarda de quem era aquele rim.

Fonte: Twitteratura




Saudade maluca

12 02 2008

Um pouco atrasado, mas uma delícia a crônica da minha amiga Mari Sampaio do dia 20 de Janeiro.

Um trechinho para dar vontade:

“…por uma hora. Tudo parecia novo, cada carro que quase me atropelava, não era mais o de antes.”

Leia o texto completo aqui.




Rachaduras na parede

10 02 2008

Uma das minhas bandas nacionais favoritas, uma das músicas que mais gosto, com letras inteligentes e um som envolvente.

Solidão
Resgate
A solidão é uma rachadura que progride na sala
Sentado olhando para as paredes esperando que caiam
Cair o teto sobre a cabeça pra matar as idéias
Pensamentos rodam na mente de quem vive só

A solidão e um velho relógio que não anda no tempo
Sentado olhando para os ponteiros quem não rodam
Cair o “big ben” na cabeça pra matar as idéias
O tempo não caminha na mente de quem vive só

Filho de Deus…amigo em todo tempo
Faz a morada dentro de nós
Filho de Deus…o Verbo que tem vida
Presente mais que perfeito pra quem vive só

Filho de Deus…pra quem vive só


Nara

Durante anos, deixou o relógio sem pilha. Agora, confere os ponteiros a cada minuto. “O tempo era mais ligeiro com o relógio parado.“

Fonte: Twitteratura




Cegos, surdos e loucos

24 12 2007

Parte do site da Gol. Se não entender a piada, ou é cego, ou surdo ou…

Voe Gol

Dica de Sérgio Pavarini




Profissão Perigo

20 12 2007

O título do post é proposital. Sou fã mesmo (a ponto de ter a 1ª temporada em DVD). As séries dos anos 80, com pouca tecnologia, eram um pouco mais criativas, penso eu. Mas acho que MacGyver se daria bem nos anos 90 e nos 2000 também: imaginem o protagonista de Profissão Perigo dividindo (ou até roubando) a cena de Jack Bauer (24 Horas). Enquanto o herói da truculência usaria seus gritos e a pistola para arrancar confissões, MacGyver arranjaria um jeito de o local só explodir depois que eles saíssem… ilesos! Além disso, MacGyver é mais globalizado e menos xenofóbico. Enquanto o pessoal da CTU persegue russos, latinos, árabes e chineses; o herói da fundação Phoenix realizava missões de salvamento e libertação de povos no Laos, no México, na Inglaterra. Isso sem falar nas incomparáveis aulas de ciências! Quem nunca aprendeu a desarmar uma bomba atô.mica com um chiclete e um clips?

Outro aspecto aumenta minha identificação com o herói da década de 80: já tive meus momentos MacGyver. Um deles (o mais memorável, e que me rendeu até apelido) foi quando fiquei preso no banheiro da empresa. Tinha duas opções: sair pela janelinha acima da porta ou gritar por ajuda. Ambas, bastante vexatórias para um rapaz de 18 anos (Dio mio! Já se vão 10 anos nessa brincadeira!). Escolhi a saída MacGyver (obviamente, ela não estava listada entre as opções viáveis, senão não teria graça). Desmontei a fechadura do banheiro usando apenas uma pequena chave do cadeado do portão de casa. É… desparafusei a fechadura, tomando o cuidade de não deixar a maçaneta cair do outro lado… abri cuidadosamente, a tempo da fechadura desmontar no chão. A história acabou se espalhando e o apelido também.

Mas a motivação do post aconteceu após ler um posto do Sérgio Pavarini acerca de administração. O post, intitulado Gestão (inovação) = resolver problemas com restrições, fala, na verdade, do famoso caso da Apollo 13, onde os engenheiros tiveram que resolver o problema de filtragem de ar usando apenas os elementos que tinham dentro da nave. E não tinham muito tempo! E é daí que o texto nos remete ao famoso herói dos anos 80. Ter uma equipe e recursos quase ilimitados para alcançar seus objetivos (como o tem Jack Bauer), ok, é legal, mas não é que normalmente acontece. Geralmente só temos um punhado de barras de chocolate e precisamos conter um vazamento de enxofre. E é aí que vemos o que vale mesmo. E isso não tem a ver com “feeling“, mas com trabalho, com preparo (para quem não sabe, no episódio zero descobrimos que o MacGyver é um engenheiro físico dos mais competentes) e com um senso de urgência e entrega raros (principalmente no mundo do “tudo pronto”).

Afinal, administrar com excedentes de recursos, até eu faço! Difícil é fazer milagres com um canivete suíço e um pouco de fita adesiva. ;)





Disgrama, caiu!

19 12 2007

Nem vou comentar…
HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHA!!




Peixes

19 12 2007

Falando em peixes, um beijo pra minha amiga Van, que está longe e, por isso, não nos acompanha no Marques, Outback, Mells, All Time, Pizza Hut, fotos no centro de Sampa e outras viagens dos tres amigos

Churras na casa do Luó




Topismos

18 12 2007

Dica do dia: o blog Topismos!

Muito divertido. Encontrei sem querer fuçando no São Google.

Um dos posts que ri muito foi o Top 10 clichês para uma novela das 8 de sucesso.




Bizarro

17 12 2007




O Inferno de Dante

13 12 2007

“É graças a Deus que o Brasil tem saído de situações difíceis. Mas, graças ao diabo, é que se mete em outras.”

Mário Quintana


Lendo notícias sobre a queda da CPMF, posso ter a falsa impressão que alguma coisa boa finalmente será feita.

Aí vejo a tropa de choque petralha querendo punir a população por sua própria incapacidade gerencial, por sua extrema capacidade em aumentar gastos administrativos (vejam, não falo de investimentos sociais, mas de folha de pagamento dos “cumpanhero”) e me lembro que estamos no Brasil do Lullala e seus 40 ladrões.É, Quintana… vc não se engana


O Tiago ficou com desgosto, já o Eric propôs novos impostos. Já eu, acho que o Brasil tem saída sim… chama-se Aeroporto Governador Franco Montoro, mais conhecido como Aeroporto de Cumbica!