Carandirurso

14 03 2008

Na Macedônia, um urso foi condenado por roubar mel de um apicultor. A justiça multou o urso em 3,5 mil dólares, mas como o urso é uma espécie protegida, o Estado terá que arcar com a despesa.

Ao menos o coitado não vai ficar atrás das grades, como acontece em zoológicos. Eu ainda acho que é tudo culpa da Mamãe Urso, que não educou direito seu filhinho urso.

Se a moda pega, daqui a pouco as pombas da Praça da Sé serão obrigadas a limpar as cabeças daqueles que passarem durante seus “vôos fecais” :P




Sex and the city

14 03 2008

O blog Xicórias e Xicorações dá notícia que a Holanda legaliza sexo em parques públicos. Bizarro desse jeito (e fiz questão de não checar a fonte, pois poderia perder a chance de fazer piada com o tema, hehehe).

Como alguns dos leitores do blog que comentaram a notícia, fiquei cá com minhas divagações. Um casal no parque, a noite, sentado (ou melhor seria dizer “encaixados”) em um banco, na maior “diversão”.

Visto que o sexo só é liberado a noite (me pergunto porquê, já que é liberado), será que os casais ficarão esperando o sol se por? E se entrar horário de verão?

As camisinhas deverão ser jogadas no lixo mais próximo. Isso é bom. Se fosse cá no Brasil, seria uma festa para os catadores de lixo: já pensou quanto latex a ser reciclado? A despeito do material viscoso contido, deve dar uma bela grana.

E haverá limite de idade? Sim, porque pedófilos os há em qualquer lugar, inclusive na Holanda. Será que algum policial ou fiscal, sei lá, irá parar o casal (ou grupo, a lei tbm prevê isso) no meio da diversão para pedir-lhes documento.

E as cantadas???
“Oi, guria… vem sempre aqui?”
E a moçoila responde: “Ah, sim, claro, todas as noites…”




X-boy

13 03 2008

Nos Estados Unidos, em Nova York, um garoto foi apelidado de Homem Magnético, em função de um possível descontrole químico em seu corpo que afeta computadores locais. O Magneto mirim tem que usar uma pulseira anti-estática para controlar as emanações magnéticas de seu corpo.

O mais legal (ok, estou sendo frio) da história, é que agora sim parece algo mais realista que a história dos X-Men, onde a pessoa nasce com um poder e aprende rapidinho a mexer com ele.

Talvez a solução seja mandar o guri para o Instituto Xavier… hehehehe…




Te callas o te mijas?

8 03 2008

Depois do cala a boca que tomou Hugo Chavez do rei da Espanha, agora foi a vez do presidente de bravatas do Equador, Rafael Correa, se mijar todo ao tomar uma chamada do presidente colombiano, Alvaro Uribe, durante a apresentação de provas da ligação dos governos venezuelano e equatoriano com as FARC (grupo armado terrorista da Colômbia).

Veja o vídeo




Grandes negócios

15 02 2008

Make no little plans; they have no magic to stir men’s blood.

Daniel Burnham




Um por todos

23 12 2007

Caramba… estava dando uma bizoiada no blog do Sérgio Pavarini e notei uma coisa: ele deve terminar o ano com mais de 70 livros lidos/relidos! Uma média de 5,83 livros por mês.

Para quem me conhece e quiser ter uma idéia do que significa, em minha época áurea (antes do mestrado), lia cerca de 30 por ano (média de 2,5 por mês).

Fiz algumas pesquisas sobre o assunto e achei alguns links interessantes, vale o clique:

http://outubro.blogspot.com/2004/04/dirio-da-fonte-sndrome-de-buenos-aires.html

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2005/06/050627_leiturams.shtml

 http://baratosdaribeiro.blogspot.com/2005/08/mas-o-que-que-t-pegando-afinal.html

http://www.vivaleitura.com.br/boletins/Boletim%20Fome%20de%20Livro%20021.htm

http://www.nosrevista.com.br/2007/09/04/quem-le-mais-a-comparacao-do-habito-de-leitura-nos-estados-unidos-franca-e-brasil-desfaz-alguns-mitos/

Bom… de tudo que li, alguma coisa posso depreender. Percebo que

  1. Ando lendo poucos livros inteiros: para quem lia mais de 1 por mes, é uma queda brutal.
  2. Brasileiro (em média) lê pouco.
  3. Alguns brasileiros salvam a média. Se falarmos de 9% de analfabetos do país, temos uma queda grande da média só por conta disso. O interessante (e isso me chamou mesmo a atenção) é que há brasileiros que lêem bastante. E não são poucos! Falamos de algumas dezenas de milhões! Me senti bem com isso. Apesar da constatação em sala de aula ser outra (cerca de 2% dos alunos que conheço lêem mais de 6 livros por ano), penso que o habito deva ser cultivado pelos professores, através, principalmente, do exemplo (sempre ando com livros nas mãos na faculdade).
  4. Indianos lêem - em média - mais que os franceses! E beeeeeeeeeem mais que os norte-americanos! Hehehe..  (ok, bairrista pra caramba, heehehehe)

Devo escrever em breve algo sobre minhas experiências pelo rico e fantástico mundo dos livros e também sobre  nova forma de leitura proporcionada pela tecnologia, mas deixei este post antes do fim do ano para cumprimentar o Pavarini e tentar chamar as pessoas ao hábito da leitura.

Ler faz bem!




Não é a mamãe

20 12 2007
“Deus não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães.”

Ditado Judaico




Wikonfusão

8 12 2007

Em resposta à recente onda de proibições do uso da Wikipedia em escolas, Jimmy Wales, fundador do serviço, afirma que “seu uso deveria ser incentivado pelos professores, não proibido”.

Vale a pena uma lida nas matérias… isso ainda dá pano pra manga. Até que ponto o sistema educacional “moderno ” não está ficando ultrapassado? Para uma geração Rafinha, que nasce acessando serviços gratuitos na internet, brincando com o mouse antes de brincar de carrinhos e bonecas, que troca SMS durante as aulas, praticamente desconhece uma Biblioteca, pois pesquisa sempre na net, tem facilidade (e até preferência) incrível para ler textos na tela de um computador, será que o tradicional modelo de sala de aula, todos virados para o professor que sobe em um tablado e, ao invés de “ensinar”, realiza uma pregação no melhor modelo eclesiástico, seria este modelo ainda tão apropriado? Como professor, questiono-me um pouco…

Para pensar…




É mais fácil

28 11 2007

É mais fácil punir que ensinar. Não que seja o melhor no longo prazo, mas certamente é mais fácil.

A mãe ou pai que prefere bater no filho ao invés de sentar e conversar. O colega que prefere pegar o serviço e fazer ao invés de ensinar como fazer. O professor que prefere bombar um aluno a sentar com ele e se dedicar a ensinar.

E, é dos professores e acadêmicos, que chega esta notícia. Bibliotecária americana bane Wikipédia da vida escolar.

Uma bibliotecária de uma escola no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, bloqueou o acesso dos alunos de primeiro grau aos servidores da Wikipédia a partir dos computadores da biblioteca. Linda O’Connor, da Great Meadows (N.J.) Middle School, que há anos se opõe à enciclopédia online, decidiu tomar a dianteira e, além de banir o acesso dos usuários ao endereço, também distribuiu cartazes sobre os computadores com os dizeres “Just Say ‘No’ to Wikipedia” (”Apenas Diga ‘Não’ à Wikipédia”), lema semelhante ao da popular campanha antidrogas criada por Nancy Reagan que dizia “Just Say ‘No’ to Drugs”

A razão, compreensível e justificável: muitos alunos usam a enciclopédia virtual como fonte única de trabalhos. Também sofro com isso (para quem não sabe/lembra, sou professor). Mas não é apenas a Wikipedia. Muitos alunos apenas copiam e colam trabalhos prontos da net. Felizmente (para mim, e até para eles) eu conheço “um pouco” de tecnologia e sei identificar um trabalho copiado. É zero sem pensar. E eles sabem… os que arriscam, raras vezes se dão bem.

Mas, pq me dou esse trabalho (de pesquisar as fontes dos trabalhos de meus alunos)? Porque quero que aprendam a fazer, não quero joga-los na fogueira e dizer “se vira”. A vida se encarregará dessa parte. Enquanto estão comigo, quero apenas que aprendam.

Nesse ponto, vejo valor na Wikipedia como ferramenta de inicio de uma pesquisa, de sondagem de um tema. Eu mesmo faço isso, sem crise de consciência. Mas, quando a coisa é séria, procuro fontes mais confiáveis.

E sobre confiabilidade, vai outro cutucão: quem disse que “outras fontes” tem informações “imparciais”? Sinceramente, penso que imparcialidade é apenas uma utopia humana.




Um Italiano em Malta

23 11 2007

Converso com pessoas de praticamente todo o Brasil e é interessante notar as diferenças de gírias e sotaques. A coisa se agrava quando falamos com pessoas de fora do país.

Para quem entende (um pouco) de inglês, esse vídeo rende boas risadas. Indicação da minha maninha, Fernanda.




Macacadas

22 11 2007

Independente de posições filo-religiosas, o vídeo é engraçado e nos faz pensar em algumas coisas