3G de verdade!

30 04 2008

As operadoras de celular no Brasil podem operar em 3G a partir de ontem! Finalmente, a Anatel liberou os contratos para serem assinados e agora, oficialmente, as operadoras (e usuários) do país podem se valer dessa tecnologia.

A principal vantagem da 3G é a alta velocidade de conexão e a possibilidade de acessos sem fio à internet. Assim, é possível acessar a internet de celulares a altas velocidades e com custos relativamente baixos (em São Paulo, Claro e Tim tem planos ilimitados entre 70 e 100 reais).

Antes não era 3G, então? Era e não era… era a tecnologia 3G, mas em uma faixa de frequência menor (que reduz a velocidade). Agora as empresas poderão se valer de frequências mais altas. Quem já utiliza, “sofrerá” um upgrade sem custo.

A TIM prometeu estrear a tecnologia em SP e RJ no próximo 1º de Maio.




Apertando a descarga

1 04 2008

A prefeitura de São Paulo, em mais uma tentativa de aliviar o trânsito (caótico, por sinal) da cidade, vai coibir cargas e descargas no centro expandido das 5 h da manhã até as 21 h.

Acho que é uma tentativa. Também há a intenção de colocar caminhões no rodízio municipal. Eu, que vim de Osasco para São Paulo hoje a tarde, vejo a quantidade de caminhões que cruzam a cidade. Acho que, dentro das possibilidades da prefeitura, são ações interessantes.

Particularmente, sou contra o rodízio. Acho absurdo pagar por um carro, pagar os impostos e não poder usar um ou outro dia. Penso que os governos estadual e municipal deveriam fazer esforços conjuntos e maiores em transporte coletivo, principalmente o metrô, para expansão a criação de novas linhas. Nem falarei do governo federal, pois é de outro partido e nem penso que destinaria verbas para São Paulo (principalmente depois do “preZidente” falar que a Zelite paulista é culpada pelo descaso com o Nordeste, esquecendo-se ele, retirante nordestino, que foi aqui acolhido e aqui construiu sua vida).

De qualquer forma, penso que é uma ação simples que pode trazer alguns bons resultados para a capital.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2722387-EI998,00.html 




O bom ladrão

18 03 2008

Não, o título do post não tem a ver com um dos ladrões crucificados com Jesus, que alguns tem por “Bom ladrão” (a despeito do antagonismo do termo). Tem a ver é com gente no Brasil (em especial, no governo) defendendo os narco-terroristas das FARC. Parece até que cá nas terras de d’além mar, sequestro não é considerado crime hediondo.

O que me esqueço, ou melhor, as pessoas se esquecem (eu nem era nascido na época), é que grande parte dos nossos atuais “governantes” foi terrorista (sim, com todo o peso da palavra) nos idos dos anos 60-70. Dona Dilma Roussef (que há quem queira lançá-la como candidata à Presidência da nossa República), era conhecida pela alcunha de Wanda, aliás, terrorista e outras coisas, visto que participou do roubo ao cofre do governador Adhemar de Barros, de onde “subtraiu” mais de 2 milhões de dólares (ok, eu tbm não sei o que o cara fazia com tanta grana… ladrão que rouba ladrão?).

 José Dirceu é outro, treinado nas guerrilhas terroristas sul-americanas, fez plástica no rosto para enganar a própria esposa!!! Esse, em minha opnião, o mais perigoso da gangue.

Há outros tantos (e os resultados vemos desde o primeiro ano de governo Luís Inácio), como a tal da Benedita da Silva, que usava dinheiro público para ir em congressos particulares, os mensalões, as catilhas, os dossiês falsos, os dinheiros na cueca, as quebras de sigilo de caseiros e outras tantas coisas. Mas o que esperar de alguém que sequer sabe operar um torno?

Há dois méritos no atual governo: a manutenção da política econômica de FHC e o Pro-uni. A primeira, foi a cartada de eleição do atual governante. A segunda, uma boa sacada, mal executada (visto que não avalia as escolas para onde serão desitnadas as verbas).

Assim, a gangue se instalou em Brasília, roubou, saqueou, desviou e outras tantas coisas. Mas há quem os queira lembrar por uma tal de estabilidade economica que eles teriam conseguido, como se não fosse já desde o governo Itamar (sim, o vice do Collor) que as coisas viessem se ajeitando com muito esforço da equipe econômica que, mais tarde, assumiu junto com o presidente FHC, esse sim, o melhor da redemocratização.

E onde entra o bom ladrão na história? Bom ladrão são as FARC, que mantém reféns de diversos países, mas que, ocasionalmente, liberta um ou outro. É como disse Maluf certa vez: estupram, mas não matam.

Para ler mais:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75727-6009,00.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Dirceu
http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/casa_civil/ministro/
http://patuleia.blogspot.com/




Carandirurso

14 03 2008

Na Macedônia, um urso foi condenado por roubar mel de um apicultor. A justiça multou o urso em 3,5 mil dólares, mas como o urso é uma espécie protegida, o Estado terá que arcar com a despesa.

Ao menos o coitado não vai ficar atrás das grades, como acontece em zoológicos. Eu ainda acho que é tudo culpa da Mamãe Urso, que não educou direito seu filhinho urso.

Se a moda pega, daqui a pouco as pombas da Praça da Sé serão obrigadas a limpar as cabeças daqueles que passarem durante seus “vôos fecais” :P




X-boy

13 03 2008

Nos Estados Unidos, em Nova York, um garoto foi apelidado de Homem Magnético, em função de um possível descontrole químico em seu corpo que afeta computadores locais. O Magneto mirim tem que usar uma pulseira anti-estática para controlar as emanações magnéticas de seu corpo.

O mais legal (ok, estou sendo frio) da história, é que agora sim parece algo mais realista que a história dos X-Men, onde a pessoa nasce com um poder e aprende rapidinho a mexer com ele.

Talvez a solução seja mandar o guri para o Instituto Xavier… hehehehe…




Tá errado mas tá certo

7 03 2008

A Nicarágua (onde é isso???) rompeu relações diplomáticas com a Colômbia por conta do missil disparado contra o Equador para caçar um dos maiores terroristas da A.L., um dos líderes das FARC. A alegação de Daniel Ortega, presidente da republiqueta, é que o governo de Álvaro Uribe esteja “praticando terrorismo”! É uma piada isso???

Por que a  Nicar-Água não rompe relações com a Palestina, que fica lançando mísseis em Israel? Ou com o governo venezuelano, na figura do Chapolim Colorado Sem Pescoço, que financia as Farc??? Aliás, taí o paradoxo: o governo colombiano só localizou o terrorista porque interceptou uma ligação do Huguinho para o terrorista! Sim, o presidente venezuelano tem o número dos terroristas das FARC na agenda do seu celular! Talvez até com número de discagem rápida!

E depois a Colômbia é que está errada? Ah, me faz favor, né?
:X

Fonte: http://jc.uol.com.br/2008/03/07/not_162709.php




Terra de Gigantes

7 03 2008

Após a fusão entre Americanas e Submarino (ou aquisição, talvez fosse mais apropriado), a Saraiva, rede de livrarias, não deixou por menos e anunciou ontem a conclusão do acordo para compra da Siciliano, rival no segmento, por meros 60 milhões de reais. Ah, teve uns quebradinhos de 300 mil reais, também.

Para quem já achava que o movimento das Americanas ao adquirir o Submarino já fora um balde de água fria para o consumidor, a fusão entre Saraiva e Siciliano, que cria o maior grupo de vendas online de livros no Brasil, deve ser mais um movimento para a criação de um mercado cada vez mais oligopolista.

Para quem não entendeu nada até agora: a fusão dessas grandes empresas tende a diminuir a concorrência (eu disse “tende”, pois há possibilidade de aumento da ferocidade quando os concorrentes são mais fortes). Por que isso acontece? Porque, normalmente, com menos empresas no mercado, há menos possibilidades de oferta, o que diminui as opções e torna o consumidor “refém” das empresas.Um exemplo: quando há 10 padarias num quarteirão, vc pode escolher a que melhor te agrada, em termos de preço e sabor. Se uma não corresponder, você atravessa a rua e compra pão em outro lugar. Mas, se Manoel comprar 4 dessas padarias e Joaquim as outras quatro, haverá apenas 2 padarias e as suas opções serão: ou comprar do Joaquim ou do Manoel. Se nenhum dos dois fizer um pãozinho gostoso ou barato, azar o seu, vai ter que comprar deles.  O movimento de fusões no mercado de livros online (que eu, particularmente, sou consumidor voraz) tende a diminuir concorrência e deixar apenas Manoeis e Joaquins (sem demérito à dinastia lusitana, da qual faço parte) no mercado.

Anyway, Porter ficaria satisfeito!

=D

Fonte: Plantão Info




Filé com osso

19 12 2007

Como era de se esperar, os leilões das áreas de concessão para operação da tecnologia 3G no Brasil está bombando. Um mercado de 180 milhoes de habitantes onde existem mais celulares que telefones fixos, não é de se espantar que chame a atenção.

Além do ágio conseguido nos leilões (chegam a mais de 200%), vale notar a estratégia da Anatel em conceder áreas de grande valor com áreas menos atrativas às operadoras, batizado de filé com osso.

Logo, logo vamos ter videoconferencia no celular… só falta ajustar o preço




Dinheiro na mão é vendaval

18 12 2007

Uma discussão está rolando com meus dois sócios. Calma, nada de brigas, mais um debate de idéias do que discussão.

O texto - enviado pelo Maurício - segue abaixo, volto depois

Herdeiros da rede Sé faturam com celular e produto importado
 
 Aos 33 anos, Marcelo Sé de Freitas perdeu o emprego de gerente regional da rede de supermercados Sé, fundada por seu avô em 1953. A rede foi vendida, em 2002, para o Grupo Jerônimo Martins e depois para o Grupo Pão-de-Açúcar. O que poderia ser o início de uma aposentadoria precoce serviu de impulso para que o jovem herdeiro desbravasse novas frentes e apostasse, junto com o irmão Marco Sé de Freitas, um ano mais moço, num segmento que dava os primeiros passos no mercado brasileiro: a telefonia celular. Somou-se à dupla um terceiro sócio, Miguel de Noronha Dieckmann, e os três resolveram apostar suas economias na distribuição de cartões pré-pagos da operadora. “Um amigo me disse na época que esse era um negócio com grande potencial de crescimento. Resolvemos pagar para ver porque, cinco anos atrás, a telefonia celular era apenas uma promessa”, lembra Marcelo. Hoje, na cadeira de CEO da holding MMLink, Marcelo comanda cinco empresas: a MMLink (distribui recargas para celulares da TIM nas regiões Norte, Centro-Oeste e São Paulo); a TVM (rede de 40 lojas revendedoras da cartões e aparelhos celulares); a trading company MSé; uma agência de publicidade MDR (especializada em varejo de telefonia celular); e a M4Link, que atua na venda de celulares para empresas. Juntas, essas empresas vão encerrar o ano com R$ 195 milhões em receita, um salto expressivo em relação aos R$ 85 milhões registrados em 2006. Apesar da experiência adquirida nos supermercados da família, tanto Marcelo quanto seu irmão Marco, que foi gerente de compras na rede de supermercados Sé, preferiram trilhar um caminho diferente. “Há várias oportunidades de negócios em outras áreas e achamos importante seguir o nosso próprio caminho”, diz Marcelo. Marcelo levou muito do que aprendeu na rede Sé para suas empresas. A trading especializada em alimentos e bebidas não é o único exemplo. A partir de 2008 eles abrem um novo negócios no varejo: a Mister Tech, rede de lojas especializadas em tecnologia. O plano é encerrar o próximo ano com pelo menos quatro lojas implantadas. O investimento inicial será de R$ 6 milhões. A mãe de Marcelo e Marco e os tios, que já sócios da TVM, participam deste novo negócio. A meta, diz Marcelo, é implantar 80 lojas no prazo de seis anos. Especializada em eletrônicos, a Mister Tech terá um perfil diferente em cada região. Vai vender iPod, celular e TV de plasma, mas o modelo e o preço serão adequados ao perfil do consumidor do endereço de cada unidade. A primeira Mister Tech, de 150 metros quadrados, será inaugurada em março no Shopping Jardim Sul, que fica a poucos metros da sede da MMLink. A maior responsável pelo crescimento deste ano é a trading MSé, cuja receita registrou alta de quase quinhentos por cento entre 2006 e 2007. “Com o câmbio favorável, conseguimos ampliar os negócios e fechar contratos novos”, diz Luis Guilherme Pires Boschetti, diretor de vendas da trading company . Os irmãos Sé representam no Brasil marcas como Delverde, fabricante italiana de massas, a vinícola Pinhal da Torre e a Ramirez Enlatados de Portugal. “Fechamos com a Mamee, da Malásia, para vender batatas fritas e concorrer com a Pringles”, diz Miguel Dieckmann. O caminho escolhido no setor alimentício é buscar marcas de qualidade e preço menor para concorrer com outros importados no mercado brasileiro. “Fomos a Anuga e descobrimos várias marcas com as quais vamos trabalhar”, conta Dieckman, referindo-se à maior feira do setor alimentício do mundo e que acontece a cada dois anos na cidade alemã de Anuga. (Fonte: Valor Econômico - Empresas & Tecnologia - 13.12.07)


Voltei…O Tiago resumiu seu pensamento em uma única frase (que concordo em grande parte): “como sempre: dinheiro traz dinheiro

E aí seguiu-se a discussão, com o Mau defendendo talento, feeling, coragem e outras características do “homo empreendedor”, enquanto o Tiago bate na tecla que o dinheiro é mais importante pois, sem ele, não adiantaria o feeling e tudo mais.

Vou um pouco além (e trago a discussão para o blog, pois acho deveras interessante) e deixo meu pensamento em uma frase: “O bom das histórias de sucesso é que os fracassos, quando são contados, são apenas degraus para patamares maiores. O bom das histórias de fracasso é que elas sequer são contadas”.

Assim, espero um dia poder contar a história da Influire..
(para bons entendedores, apenas ;) )




De galho em galho

14 12 2007

Ok, a piada é infame e espero que ele não se sinta ofendido com o título do post, mas estou aqui para apresentar a vocês o blog do Eric Gallardo. Nos “conhecemos” através de um (grande) amigo em comum e ele tem um blog realmente interessante e inteligente. Gosto do estilo: humor levemente picante, com tiradas inteligentes, sem muita preocupação em ser politicamente correto.




Inculta e bela

11 12 2007

Ouvi esse comentário, por indicação de meu amigo Filippo (professor universitário como eu) durante conversa sobre Analfabetismo Funcional. Vale a pena gastar dois minutos para ouvir.

Atenção à comparação do número de livrarias de Buenos Aires e do Brasil e à média de leitura do brasileiro e do francês (ah, destaque para a média de leitura dos presidiários tupiniquins)

Clique no link para ouvir e depois em “Ouça”

http://www.bandnewsfm.com.br/colunista.asp?ID=39