Guerra dos Sexos

5 03 2008

Últimos posts do blog Sobre Mulheres e Homens

Sobre Homens e Mulheres II
Sobre relacionamentos profissionais e suas diferenças entre mulheres e homens.

Carnaval
Frase de Vinícius de Moraes, sobre amor e alegria.

Abrigo
Texto do grande Quintana, culminando com a frase: “amor é quando a gente mora um no outro”. Vale a visita para ler o texto completo.

Deep inside
De Leonardo da Vinci, na mesma linha do texto do Quintana.

Eu te odeio!
Clarice Lispector, falando sobre amor e ódio, suas nuances, diferenças e confusões.

O contrário do amor
Martha Medeiros mostra que, ao contrário do que se costuma pensar, o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença.

Cabra cega
Oscar Wilde, com seu humor ácido, falando sobre casamentos.

Re-doendo
Shakespeare fala sobre sofrimentos e lembranças, com comentários do Aprendiz de Feiticeiro.




Se enxerga

27 02 2008

[Dialogo do filme Casablanca, 1942]
Peter Lorre: Você me despreza, não é?
Humphrey Bogart: Se eu pensasse em você provavelmente o desprezaria

Howard W. Koch




Confiança

25 02 2008

É mais vergonhoso desconfiar-se dos amigos do que ser por eles enganado.
François La Rochefoucauld




As piores

25 02 2008

Diálogo Noite Adentro
- Mas há as que nos compreendem…
- Ah, essas são as piores!
Mário Quintana




Mente criminosa

21 02 2008

Escolho os meus amigos pela sua boa apresentação, os meus conhecidos pelo seu bom carácter e os meus inimigos pela sua boa inteligência. Um homem não pode ser muito exigente na escolha dos seus inimigos.

Oscar Wilde




Lateral

15 02 2008

A partir de hoje, o blog Sobre Mulheres e Homens, do meu amigo Aprendiz de Feiticeiro, passa a fazer parte da barra lateral da Toca, com direito a atualização automática dos últimos posts.

Vale a pena conferir




Domínio

14 02 2008

“O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo

Sl. 103:19




Indicações

13 02 2008

Posts recentes em sites parceiros

Sabonete líquido, em Sobre Mulheres e Homens

Texto de Vinícius de Moraes sobre a anatomia feminina


Onde?, em Sobre Mulheres e Homens

Mais uma pérola de Vinícius, falando da vida, seus encontros e desencontros


O Aprendiz de Feitceiro, em Sobre Mulheres e HomensTexto de Mário Quintana, que deu origem ao nome do autor principal do blog.


Tecnologia de Papel, em O ProfessorDica de site para professores e alunos, com foco em tecnologia




Procura-se

12 02 2008

Amadurecimento

“Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você…
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando: a vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa parece estar sempre presente: a busca pela felicidade com o amor da sua vida.
Desde pequenos ficamos nos perguntando “quando será que vai chegar?”, e a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida “será que é esta pessoa?”.
Como diz o meu pai: “nessa idade tudo é definitivo”, pelo menos a gente achava que era. Cada namoro era o novo amor da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente… PLAFT!… como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito “do próximo amor”.
Você percebe que, cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses. Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletivo. Procura uma pessoa formada, trabalhadora, bem resolvida, inteligente, com aquele papo que nos
deixa sentados no bar o resto da noite. Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue “imagem e ação” e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta… E haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade que vai do forró aos pagodes. (iecati) Mas o melhor dessa parte é se divertir com os amigos, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som… Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o amor de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Mário Quintana


Dica da Milly, que vou dedicar a um grande amigo




Novos sons

10 02 2008

Juan
Olhou no dedo a marca da aliança e se lembrou de como foi difícil acostumar-se àquela coisinha. Agora, o que mais incomodava era o silêncio.

Fonte: Twitteratura


Como citei em post anterior, estou namorando. E é a sério. Quem me conhece sabe que já tive uma experiência ruim. E quem me conhece bem, sabe que sempre procuro aprender com experiências - boas ou ruins. Creio ter aprendido bastante. E também descobri que há muito a aprender ainda. Essa é uma das vantagens que reconheço no tempo: precisamos dele para aprender. E não costumo atribuir muitas.  Não gosto de atribuir ao tempo as propriedades medicinais que a maioria das pessoas atribui. Normalmente, o tempo apenas esconde feridas… mas elas continuam lá.Anyway,  a parte mais difícil tem sido confiar. Não apenas confiar aquela confiança comum, de traições e egoísmos e outras mazelas humanas. Não, isso é algo que se conquista. Falo, sim, daquela confiança do filho que pula da janela nos braços do pai quando este chama. Aquela confiança que temos quando vemos uma comida estranha e a mãe diz “Come, vai te fazer bem” e comemos, mesmo não gostando as vezes, mas confiando. Simplesmente confiando.Quando se entra em um relacionamento assim (e falo de coisas sérias, não dessa palhaçadinha de criança que vai em balada pra beijar, escolhe o mais bonitinho - e mais cheio de baba compartilhada - e diz que está apaixonado), é importante a confiança na pessoa, mas é talvez ainda mais importante a confiança nos dois, no relacionamento em si.  E isso não é fácil. Nem simples.No passado, disse que somos resultado de nossa história. E quando entramos em um relacionamento (novamente, falo de coisas sérias), levamos para este relacionamento toda essacarga, toda essa história. E aí entra a parte difícil. Levamos medos, lembranças,  gostos, gestos, lembranças de gestos. Levamos um pouco de “achei que você já soubesse que sou assim ou assado”. Levamos também algumas cobranças. Tudo isso pode ser bom, mas é também potencialmente ruim. Acreditar que o outro nesse relacionamento agirá como alguém no passado é condenar essa pessoa por um crime que nunca cometeu, com a justificativa da pura potencialidade de se cometer. Em outras palavras, culpar um inocente. É errado, injusto e cruel! Mas é difícil tratar a questão.

Que se pode fazer, então? Como disse no começo, acho importante aprender sempre. E “sempre”, significa aprender inclusive com medos e situações ruins. Para isso, há que enfrentá-las, confrontá-las. Assim, por mais que doa, é importante aprender para, aí sim, levar esse aprendizado ao relacionamento, ao trato com o outro. Não como juízo, mas como compreensão, carinho e cuidado.

Estou aprendendo e há muito a trilhar nessa direção ainda. Mas cansei do silêncio. Quero ouvir os sons…




Chá de cadeira

20 12 2007
“Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém. Posso, apenas, dar boas razões para que gostem de mim e ter a paciência para que a vida faça o resto…”

William Shakespeare