O jeitinho petralha


É de um mau gosto absurdo o jeitinho petralha de fazer campanha. Aquele papo de “PT light” que ajudou a Marta em 2000 e Lula em 2002 só funciona até o momento que os adversários começam a apertar (ou mesmo passar). Foi assim com a campanha presidencial de 2006, quando divulgou-se o boato que o Alckmin iria privatizar as “nossas” empresas (como se elas já não tivessem sido “petatizadas”). E está sendo assim na campanha grosseira da prefeitura de São Paulo. O fato de um candidato não ser casado nem ter filhos o desqualifica como administrador? Sou separado, não tenho filhos. Seria eu, por isso, um péssimo administrador? Não vejo a relação direta nisso. Ou seria isso pior do que iniciar um namoro com um argentino “uma semana depois” de se separar? Isso me soa, sim, estranho. Mas a cada um cabe julgar a própria conduta. O que me enoja é ver que, uma vez que não tenham propostas e têm uma péssima história na cidade, tentem apelar para uma campanham de nível tão baixo e raso quanto um pires. Nem mesmo o chefão da petralhada admite isso (ao menos agora).

O mais vergonhoso é essa senhora, além de afirmar que “não é responsável” pelo que faz o marqueteiro da campanha, ainda diz que “as insinuações são feitas por parte da imprensa”. Se não é responsável, é irresponsável??? E qual o objetivo da pergunta, então, dona TAXA? Bah, vai ser sem vergonha assim na Venezuela…

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