Servo que protege


Abaixo o relatório e-Talent de avaliação de perfil preenchido ontem no site do Vagas.com

 


 

 

Sergio Luis Seloti Jr. 
Você protege e consola as pessoas.
Você gosta de cuidar delas. 

Seu maior talento:Proteger 
Pessoas com este Talento possuem a certeza de que são parte de um todo. Não estão isoladas, mas sim conectadas umas as outras e existe uma força direcionando suas existências. Isto lhe dá segurança e confiança para enfrentar os revezes da vida. Isto também lhe dá um sentimento de responsabilidade muito maior. Se somos parte de um grande todo, não devemos explorar nem prejudicar uns aos outros, pois estaremos fazendo isto a nós mesmos. Esta certeza cria o seu sistema de valores. Ponderação, aceitação, atenção aos outros o faz com que possa ser um construtor de pontes para pessoas de diferentes culturas. Sensível à mão invisível , pode dar aos outros conforto. Sua fé sustenta a si e aos outros diante dos mistérios da vida. Organizado, com habilidades de relacionamento, presta bons serviços de atendimento e alcança resultados satisfatórios. 

Como se comunica
 
Ponderação é uma palavra-chave no estilo de comunicação de Sergio Luis Seloti Jr.. Pensar bastante antes de falar faz parte de seu modo de ser, possibilitando-lhe dizer a verdade, escolhendo, contudo, as palavras que utilizará. Ele age assim por considerar com cuidado o efeito que sua comunicação causará nas pessoas. Isso pode gerar alguma reação negativa em pessoas mais agitadas e de estilo menos paciente que o de Sergio Luis Seloti Jr..
Por ser amável, aberto e voltado para as pessoas, Sergio Luis Seloti Jr. responde bem aos que se identificam com essa postura, demonstrando lealdade e solidez nos relacionamentos construídos com eles. 
 

 


 

Apesar de não ser fã de psicologia, confesso que algumas coisas assim me assustam. Não só pela acuracidade da coisa, mas também por entrar em convergência com outras coisas que acredito. Entre essas coisas, está a questão do nome. Sim, acredito que os nomes tem alguma relação com a personalidade. E não sei se é relação de causa, efeito, influência, ou qualquer outra coisa. Já tentei pensar sobre isso e não chego a conclusões muito firmes, então digo que há apenas relação.

Bem, meu nome (Sergio Luis) foi um desafio para mim por muito tempo. Em princípio, não gostava do meu nome. Achava “Sergio” meio estranho, apesar de ser o nome do meu pai. Mas ok, primeiro passei pela fase da “aceitação” e depois passei a gostar mesmo. “Luis” ainda não me é de todo “legal”, mas vai na rabeira. Mas Sergio eu gosto mesmo.

O que significa Sergio? Foi uma das coisas que me levou a gostar do meu nome. Sergio vem do latim Servus e significa aquele que serve. Poxa, legal! Comecei a gostar de meu nome aí, não pelo significado da letra, mas pelo significado pessoal: é uma característica minha desde muito tempo. E isso não deve ser confundido com a minha notória rebeldia adolescente. Sou meio “contra-cultura” em algumas coisas, não aceito bem autoridade… ops, na verdade, esse é o sinal externo de outra coisa: não aceito bem autoridades fracas, mas respeito e admiro aqueles que sabem liderar. E os sigo. Simples assim. Mas reservemos essa parte e passemos ao segundo nome: Luis.

Em primeiro, eu acreditava que Luis vinha de luz, assim como Luzia ou Luiza. Era estranho, mas ok. Depois de um tempo, descobri que não. Luis (com S) vem do teutônico e significa guerreiro que protege. Tomei um susto! Essa, ainda mais, é uma característica muito forte desde bem novo. Meu perfil como professor é assim, meu perfil como empregador é assim, mas ainda antes, meu perfil como irmão mais velho é assim. Quando saímos de “turma”, eu era o chato que ficava vendo se estava todo mundo ali. O cara que dava toque pras meninas segurarem a bolsa na frente do corpo pra evitar assaltos. O cara que, nas caravanas de carros, gosta de ficar no final da fila só pra poder parar e ajudar se alguém tver problemas. Sim, de criança mesmo sou assim. Meus pais podem dizer isso com mais exatidão, mas desde muito criança eu já era assim. E passei a aceitar… e depois a gostar. Hoje é minha marca, S.L. Snake (a história do Snake é diferente e mais antiga, quem sabe um dia eu até conte ela aqui).

Voltando à questão da avaliação psico, o que posso dizer? Isso me assusta…

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7 comentários sobre “Servo que protege

  1. Sergio Luis, o terror da mulherada!

  2. É…eis o grande desafio da sempre juiza Débora!!!

  3. Prezado Sérgio:

    Acho que precisamos voltar a falar de narrativas….

  4. Sim!!! Urgente!!!

    E precisamos escrever os artigos pro EnANPAD, EGOS, Boje…

    (e, sim, eu entendi o que quis dizer, hehehe)

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