Uma censura à Censura


No final de semana passado, discutia com um tio sobre o famigerado PNDH3 e sua questão midiatica, a censura aos meios de comunicação lá presentes. A conversa gerou dois assuntos, que tratarei em posts separados: ditadura e censura.

Creio que por não entender exatamente a profundidade do que lá se encontra, ele defendia a censura. Seu argumento é conhecido pelos mais velhos: hoje em dia só passa violência na TV. Não concordo totalmente que seja verdade, mas confesso que ao ver certas Malhações, Fazendas e BBBs, dá uma pontinha de simpatia pela censura, mas logo passa. =P

Meu ponto para ele é: um pouco de censura é censura demais. Hoje eu sempre tenho a possibilidade de mudar de canal. E se nada me agradar, desligo a TV e vou ouvir música, ler um livro. Mas a parte bela é justamente essa: eu sou livre pra escolher. Essa liberdade, em tempos de censura, não existe. Não?!? NÃO!!!

Posso não gostar de tudo que passa na TV, rádio, jornal, mas não posso reclamar da possibilidade de escolher o que ver. Num ambiente de censura ainda podemos desligar a TV, mudar o canal, mas – efetivamente – não escolhemos o que ver: ‘eles’ escolhem por nós. Bonzinhos, não? Mas pense um pouco: eles quem??? O governo, oras. Ou qq outro nome bonito para isso.

Agora imagine: se um Arruda fosse esse governo, nunca teríamos lido sobre o escândalo dos panetones. Se fosse o Azeredo, nunca saberiamos do Mensalao mineiro. E se for a Dilma? Mensalao, dólares na cueca, falsos dossiês contra adversários, apagão e outros bichos nunca serão de nosso conhecimento.
Há quem diga que a ignorância – o ato de ignorar, não saber algo – é uma benção.
Você acha?

27 comentários sobre “Uma censura à Censura

  1. Ótima abordagem. E acredito que ignorância é benção para os preguiçosos e para queles que não têm coragem de usar a voz, de se posicionar. Para estes, ignorar é apenas um hábito, um dom.

  2. É em alguns momentos dizem que é melhor você nem saber ! rs, mas no caso da censura vamos lembrar do caso Sarney do qual o jornal Estadão se encontra sob censura (já são 174 dias de censura) e se passa ano novo e alguem lembra do Sarney ?

  3. Na minha opinião, o ato de ignorar pode até ser uma benção, porque aparentemente essas pessoas são mais felizes. Aliás, isso é algo que discutia outro dia com uma amiga. Lembro que uma senhora que trabalhava na casa dos meus pais tinha uma sobrinha que vivia numa miséria de dar dó. Essa sobrinha tinha 4 filhos, alguns com problemas de deficiência mental e morava num barraco que não tinha nem banheiro, mas mesmo assim ela estava sempre feliz e sorridente. Sempre. Nesse caso, a ignorância é uma benção. Ela não sabe o que acontece em volta dela, ela não “digere” esse monte de coisa ruim que outras pessoas, como eu por exemplo, só de olhar tem vontade de chorar.

  4. Considero difícil ser partidário de uma ou outra posição sobre a censura. Cada situação merece uma análise aprofundada para, então definir uma posição.

    Concordo com vc, Snake, quando fala sobre a opção de mudar de canal, desligar a tv e ler um livro, ou qualquer alternativa do gênero. Mas isto se aplica àquela porcetagem ínfima da população que se destaca por ter o esclarecimento necessário para adotar tal atitude, fazendo uso de seu livre-arbítrio. Mas acho precipitado falar em liberdade incondicional quando donos de emissora só visam o lucro e, desta forma não medem esforços (ou escrúpulos) para empurrar uma programação até mesmo ofensiva ao telespectador mais influenciável (o que não significa que tenha uma formação acadêmica X ou Y).

    Creio que quando seu tio comentou sobre ser a favor da censura, ele deve ter imaginado algo do tipo’ Imagine, em meio a um programa infantil, cujo público alvo são crianças (obviamente), uma certa emissora passando flashes do BBB com cenas no mínimo exageradamente sensuais. Isso chama-se programação apelativa, visando somente lucro e não informar o telespectador ou trazer algo construtivo à sociedade.

    Infelizmente, muitas pessoas confundem liberdade com libertinagem (parafraseando um antigo professor) e acabam abusando desta tolerância imposta em nome da tal “liberdade”, sem pensar nas consequências negativas que podem trazer a outros.

    Existencialmente, liberdade implica em uma gigantesca responsabilidade… mas parece que os libertos só querem saber de como tirar melhor vantagem econômica, sem pensar no quanto sua falta de bom senso ou sua noção de como utilizar esta liberdade pode ser prejudicial àqueles que são menos esclarecidos (que nem sempre têm o insight para “conseguir” mudar de canal ou ler um livro).

    Bem… para não me demorar mais por aqui, encerro meu comentário e deixo para complementar o pensamento em caso de eventuais comentários de meus comentários!

    • Aí é que está, Alê. Eu entendo os “males” da “libertinagem”, mas penso que a falta de liberdade pode ser ainda pior.

      Se meu filho (que ainda terei) for assistir Xuxa, por exemplo, só depois dos 18 anos. Hehehe… antes, vou ensina-lo a ler, jogar bola, apreciar um bom livro. No caso das crianças, os pais jogaram no colo da Mariazinha Meneghel a tarefa de educar seus filhos. Não deu muito certo. Agora, para corrigir, alguns defendem censura. É jogar a bomba atômica para matar as cobras que foram usadas para matar os ratos que foram usados para matar os gafanhotos.

  5. Ignorância por opção não é uma bênção. Mas serei humana e bem brasileira (porque não acho que esse tipo de ignorância seja coisa só de brasileiro – seria como dizer que só há político corrupto no Brasil…): dá um trabalho saber de algumas coisas… Mas eu luto e reluto. Na ignorância eu não fico!!! E Snake, não tenha medo da Xuxa (não estou defendendo de jeito nenhum aquela… moça). Por favor, não pense em censurar seu filho!!! kkk ai ai Tenha certeza que dar exemplo é bem melhor que proibir!!! Eu tenho duas crianças, não esqueça. Eu colecionava fotos da Xuxa e me recuperei sem sequelas. Ela pode influenciar negativamente filhos que não tenham pais responsáveis, mas nossos filhos, Xuxa não faz nem cosquinha… Se você não quiser que ele dê antenção, não dê. Mas ele tem que saber que existem coisas desse tipo no mundo…

    • Não vou censurar a Xuxa. Mas tenho o direito de desligar a TV, como disse no texto, certo?

      Eu não deixaria o controle da minha televisão nas mãos do governo, mas também não pretendo deixa-lo na mão dos meus filhos.

      Só isso.

      A propósito, vou jogar videogame com eles ao invés de assistir a Xuxa.😀

      • Então, podemos dizer que você é a favor da censura em casa e não na programação da TV? Afinal, este “filtro” nada mais é do que a censura em menor escala, se limitando ao alcance dos filhos/ jovens sob sua responsabilidade.

        Com relação à comparação do ataque nuclear para acabar com as cobras, que vieram para acabar com os ratos e etc… concordo que é uma ação extrema, mas também são necessárias algumas medidas extremas quando a situação começa a fugir do controle.

        Claro que o ideal seria que, antes de chegar a este ponto extremo, fossem tomadas as providências para uma mudança radical de mentalidade, através do investimento em cultura e tudo mais. Mas isto não faz parte da realidade e, infelizmente, a programação perniciosa que contamina a maioria dos canais abertos vai continuar a assolar os nossos lares. Assim como as cobras dominariam nosso território, sem uma ação extrema para controle das mesmas.

        Na verdade tudo acaba sendo reflexo do comportamento humano em geral, que não se preocupa com as consequências de seus atos, deixando sempre para a próxima geração para resolver o problema. A programação ofensiva da TV hj, é reflexo (ou uma releitura) da política de pão e circo, adotada pelos romanos na antiguidade, sendo modificada de tempos em tempos para se adequar ao tipo de população que tenciona alienar.

        Claro que a discussão então iria muito além da simples censura x não censura… mas acho que faltariam caracteres para dar esta continuidade. A idéia que fica então, como sempre, é parar pra refletir até que ponto decisões extremas (inclusive a postura extremista contra a censura) são realmente efetivas, ou somente ilusórias.

        • Um monte de assuntos juntos, vamos lá

          1 – “Censura em menor escala”: errado. Se alguém te proíbe de publicar algo, é censura. Se te proíbe de dizer, é censura. Se te proíbe de assistir, é censura. Se você escolhe não ver, é escolha. Se um filho é responsabilidade de um pai, é o próprio pai (e mãe) quem deve escolher por ele, certo? É o princípio da menor idade.

          2 – Sim, situações fora do controle demandam medidas extremas. Meu controle ainda tem pilha, posso desligar a TV e ler um livro. Não preciso de medidas extremas. Uma medida extrema proibiria o boquete da Tessália ao vivo – o que parece saudável que se bloqueie – e também bloquearia a exibição dos dólares na cueca dos acessor do José Genoino ou do panetone do Arruda – que não é saudável. Joga-se a criança fora com a água da banheira.

          3 – Reflexo do comportamento: bingo! Cobras são a melhor opção para matar ratos? Sem dúvida, são comprovadamente eficazes, mas e as consequencias disso? Ou melhor é limpar as cidades (o que inclui seus subterrâneos)? Mas é mais caro e difícil, certo? Normalmente, escolhe-se o “fácil” e deixa-se a consequencia para quem vem depois.

          4 – “Postura extremista contra a censura”: não acho que o “mercado” seja tão absurdamente eficiente em se auto-regular. Mas penso que o governo é ainda menos. Entre os dois, escolho outra opção: as pessoas escolhem o que querem ou não assistir. Se o BBB é um lixo, ele só está na 10ª edição porque um monte de gente assiste aquilo. Se Datena gosta de sangue, ele só está no ar porque tem gente que também gosta. Havia um jornal antigamente – Notícias Populares – que mostrava as duas coisas: sangue e mulher pelada. Literalmente: imagens de acidentes de dar nó na boca do estômago e mulheres literalmente nuas. Era motivo de piada, mas vendia. Censure a TV e o próximo passo será censurar a internet. Depois, as manifestações públicas. Aì já estaremos vivendo na Venezuela ou na China.

          O próximo passo é censurar o pensamento.

          • Só uma observação (desta vez é só uma, prometo, rs). O princípio da censura, seja pelo governo ou pelos pais ou por quem quer que se considere “responsável” por algo que outras pessoas podem ou não assistir, é o mesmo, apenas em proporções maiores ou menores.

            Se os pais são responsáveis pelo bem estar do menor, incluindo “filtrar” o que é “melhor” pro jovem, da mesma forma o governo tem esta responsabilidade com seus governados… afinal, é pra isso que eles existem. Então, fica a reflexão… o que é de fato a censura e quando ela realmente começa?

          • Errado, Alê. O Estado não é “responsável” por um maior de idade, a não ser no caso de este maior de idade estar com sua liberdade cerceada pela justiça, em outras palavras, preso. Se ele não é responsável, o princípio da “responsabilidade” que vc citou não se aplica. Seria o mesmo que eu decidir o que vc pode ou não ler, assistir.

          • Se prepara pois o post é grande, rs.

            A questão não é sobre o ato legal em si e sim o poder que a pessoa (ou entidade) se dá para se tornar “responsável” por alguém (indivíduo ou grupo).

            Exemplo prático: Vc disse que um pai ou a mãe (neste caso, entenderei como responsáveis legais pelo menor) têm a responsabilidade pela criação de seu filho. Isto é uma questão legal… se o caso for seguir nesta linha de pensamento, o governo pode, a qualquer momento, transformar a censura em algo legal. E, então, eles teriam o mesmo direito de proibir algo que os pais proibiriam a um filho de assistir.

            Agora vamos à questão existencial, que é a que nos interessa:

            Uma figura de influência (paterna ou materna) que assume para si a responsabilidade de permitir ou não que um menor veja, leia ou ouça algo, pode não ter este direito legalmente falando, mas muitas vezes tem este dever social, pois tem a consciência de que, se ele não o fizer, as consequências podem ser bem piores. Posso falar isso com propriedade, pois minha criação se deu não por um pai ou mãe, com poderes legais, e sim por figuras materna e paterna, sem um direito legal para me criar, mas que assumiram este compromisso social. Posso falar que eles não tinham este direito? posso… mas sei que, se não fosse por isso, eu não teria as oportunidades de aprendizagem que tive para avaliar uma programação como adequada ou não.

            Se o governo que adotasse uma conduta de censura, o fizesse com o intuito de regular questões pertinentes à uma conduta moral e ética adequada, visando a não corrupção de uma população facilmente influenciável, este tipo de discussão não faria o menor sentido e a censura seria totalmente aceitável.

            O problema é que, infelizmente, a censura do governo acaba sendo utilizada (de maneira abusiva), não com o intuito de proteger e sim de alienar o cidadão. A censura era tão voltada à alienação na TV, que o auge do cinema nacional nas décadas de 70 e 80 foram as porno-chanchadas, cujo conteúdo era tão pornográfico quanto os exibidos atualmente.

            Em princípio, sua preocupação em relação ao que seu filho vai ver ou ler não é para impedir que seu filho descubra que vc tem pés de barro e sim para que ele não crie modelos de conduta inadequados para o meio em que ele viverá.

            Se você analisar os códigos de ética de diversas profissões, vai ver um prato cheio de censuras… mas que são essenciais para que uma profissão seja realizada com o devido cuidado e para que seu trabalho atenda às necessidades sociais.

            Reforço o que eu mencionei em um de meus comentários: Toda postura extremista, contra ou a favor, tende a gerar pontos cegos e que podem ser aproveitados por quem quer tirar vantagem de algo.

            Se o ponto extremo é a censura, temos um governo que não tolera qualquer tipo de manifestação popular, assim como, acesso a informações que seriam necessárias para uma não alienação geral.

            Se o ponto extremo for contra a censura, temos uma programação abusiva, quase pornográfica, que também aliena a população, além de criar modelos distorcidos de valores que são facilmente absorvidos por mentes mais influenciáveis.

            Agora, enfim, a minha opinião sobre a censura: Não sou nem contra e nem a favor da censura. Sou a favor de uma discussão esclarecida e democrática de caso a caso. Lembremos que a censura tem níveis. Não é porque um programa foi censurado por ser considerado ofensivo a algum tipo de grupo, que, de repenete, voltará a ditadura, com probição da simples expressão de idéias.

            Este medo de volta à ditadura, cria um comportamente totalmente aversivo ao controle, que leva à proteção da liberdade ao extremo, sem se importar com as consequências que isso pode trazer. Resultado: anarquia (ou estado anárquico).

            Mais uma vez, falei bastante e, então, vou parar por aqui para, posteriormente, debatermos mais um pouco.

          • E desde quando eu fujo de post grande? Ainda mais se for para debater com alguém como você, amigo e que sabe argumentar.

            Anyway, vamos lá, acho que você pegou o ponto logo no seu 3º paragráfo: “se for uma questão legal, o governo pode transformar em legal”. É essa a discussão! É essa a tentativa: tornar legal a censura prévia. E é a isso que sou contra. Radicalmente (ainda que seus argumentos contra a radicalização sejam bons).

            Sou radicalmente contra porque não acredito em meio termo? Não. Mas justamente pelo fato que há um lado muito forte “governo” que pode desequilibar algo na hora que quiser (que é o que vem tentando). Nesse sentido, prefiro deixar a fera presa a tentar ensiná-la a não morder. Ao menos por enquanto, com nossa democracia jovem e ainda em processo de formação.

            Você colocou uma diferenciação entre “pai” e “figura paterna” que concordo, mas com ressalvas. Assim como você foi bem tratado, poderia ter sido mal tratado por pessoas mal intencionadas. É um grande risco. No caso do “pai” ou “mãe”, penso eu que o risco tende a ser menor (e, sim, sempre haverá um casal de Nardonis, mas milhares de casais de Nogueiras, Selotis, Silvas).

            Por fim, no final do seu texto, a questão da censura e da discussão. Também sou a favor da discussão, do debate e dos argumentos. O meu é simples: as pessoas podem mudar de canal ou desligar a TV. Não creio em censura e também não creio em auto-regulação (como já disse acima), mas creio em força social – não de “movimentos sociais” que representam minorias e que se dizem maioria. Creio que na hora que todo mundo desligar a TV na hora do BBB, a Globo vai parar de editar aquela coisa. Assim como o SBT parou com a Casa dos Artistas. Mas, veja, os trending do twitter são BBB e Fazenda. É o que o povo quer. É bom para o próprio povo?? Claro que não!!! Mas quando vejo pessoas que estudaram, que foram bem educadas em casa e que – ainda assim – assistem essas coisas, que direi eu? Que fiquem com BBB e reclamem da corrupção sentadas em suas confortáveis poltronas. Mas não peça ao governo que faça isso por si mesma.

            Ainda acredito que o resultado seria pior.

        • É por isso que sou a favor de criarmos nossos filhos em gaiolas presas em um porão escuro, escutando apenas sons da natureza… Vivamos assim à Caverna de Platão! Viva a liberdade supervisionada! Viva!!!!

        • É por isso que sou a favor de criarmos nossos filhos em gaiolas presas em um porão escuro, escutando apenas sons da natureza… Vivamos assim à Caverna de Platão! Viva a liberdade supervisionada! Viva!!!!

          [afinal de contas, o comentario foi ou não? ou seu blog ta me censurando? o.O]

          • O comentário está aqui, Maritcha, normal.

            Não acho que criar filhos na caverna seja correto. Alias, sou bem ao contrário: acho que os filhos são criados para aprender a viver num mundo cão, onde vão querer puxar o tapete, ferrar mesmo. E um dos princípios para se viver nesse mundo é aprender a escolher.

            Mas veja, eu disse “aprender”, não fazer tudo. Penso que uma criança precisa ter limites, sim. E precisa aprender a viver com limites. O contrário disso é aquela criança chata que acha que pode tudo. E isso é um perigo.

          • Snake, paquitinho da tia… Estou falando sobre o conceito da caverna de Platão, ou seja, utopia!

            Mas bem que eu gostaria de criar minha prole bem longe desse mundo pobre em que vivemos. Acho que vou virar mormon.

            =D

          • Seria como não deixar a criança engatinhar com as mãos no chão: ela não cria defesas.

  6. cosquinha = cócegas pequeninas…

  7. Isso! Dando exemplo conseguimos muita coisa! Meus filhos nunca me viram assistindo Xuxa e por isso, nem sabem quem é. É uma luta provar que alguns jogos de vídeogame são inadequados. Acho importante saber exatamente o que está chamando a atenção dos meus filhos para corrigir quando necessário, justificando sempre. Até mesmo quando a única saída for: aqui quem manda sou eu!!!

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