Invictus



Invictus

William E. Henley

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

Assisti recentemente Invictus, filme dirigido por Clint Eastwood e produzido por Morgan Freeman. A vitoriosa parceria (como já aconteceu com Menina de Ouro) foi reproduzida para contar a história do fim do Apartheid, com a eleição de Mandela. O filme conta, em paralelo a história da seleção sul-africana de rugby, capitaneada por François, interpretado por Matt Damon.

A história é água com açúcar e de final bastante previsível. Mas a forma como é contada torna-a bastante interessante e emocionante. Saber que é um caso real dá o toque final.

Vale assistir? Sim. É inspirador. E acho que vale pelo final e por mostrar a forma como Mandela constroi a democracia no país.

Sem falar que o ano de lançamento não foi nem um pouco por acaso, né?

Um comentário sobre “Invictus

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