Diário de Viagem – Parando um pouco para escrever


Os dois primeiros posts (aqui e aqui) foram meio corridos. Ou corridos inteiros. Hoje, apesar de ser, em Frankfurt, 3 da manhã, resolvi parar e escrever um pouco do diário.

Estou devendo algumas histórias prévias à viagem. Terão que ficar para depois, junto com os atrasos e contratempos que tivemos.

O vôo

Re e Ro

Foi bem, sem turbulências, mas um pouco desconfortável: poltronas apertadas, televisão precária (apenas duas por compartimento), foi um pouco complicado. Vim a saber, depois, que a Lufthansa não é de fato a melhor nesse quesito. Fica a lição.

Durante o vôo, me preocupei que os meninos não tivessem medo, que besteira. Saíram-se muito bem. Descemos rindo, felizes. Depois de 11 horas e alguns meses, descemos em Frankfurt.

Em terras germânicas

Chegamos tranquilos: os aeroportos europeus são incríveis nesse sentido (ao menos para nós, brasilianos). Todos eles tem acesso fácil via transporte público (a maioria, via trem ou metrô). Mas antes de procurar o trem, tinhamos que passar pela imigração. E eu estava preocupado: não havíamos reservado o hotel em Berlim ainda, a passagem de volta pra Frankfurt os meninos só tinham o comprovante no iPad. E era o primeiro carimbo no passaporte deles. Sim, eu estava preocupado.

Quer saber? Foi muito simples. Os funcionários da alfândega alemão estão de parabéns: eficientes, rápidos, com um inglês impecável. Fiquei impressionado. Conferiram, perguntou dos documentos, apresentei os meninos como meus alunos e passamos todos juntos. Ele perguntou do congresso, o que era, quanto tempo ficaríamos e tudo mais de praxe. E com educação e um sorriso no rosto (bem diferente dos seus pares espanhois). Foi muito mais simples – e tranquilo – do que imaginei. Acho que fiquei mais aliviado que eles.

Pegamos a mala (o Rodrigo encontrou novamente sua algoz antes de saírmos) e fomos para a estação de trem (abaixo do aeroporto). Comemos algo na própria estação de trem: de saida, provando a culinária germânica (e começando a desenferrujar o inglês).

Sobre o metrô…cabe um capítulo a parte dessa história, especialmente para os brazucas d’além mar. Logo mais conto pra vocês.

Chegamos tranquilamente no hotel (demos uma volta a mais em um quarteirão, mas o desconhecimento da língua pode ser considerado culpado neste caso, hehehe).

Hora de descansar um pouco (mas, no fim, ficamos conversando a tarde inteira). Saímos para jantar e voltamos.

Fez-se tarde e noite o primeiro dia.

PS: na viagem, encontrei os professores (muito queridos) Brito e Eliane, da FGV. Viajaram conosco.

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