O Chato

Inspirada por meu post Eu sou um Chato, minha Mamys deixou um link que compartilho com vocês

O Chato, de Oswaldo Montenegro

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Redunda

A bunda
(Carlos Drummond de Andrade)

A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica
Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora – murmura a bunda – esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.
A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.
A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.
Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda,
redunda.

Diário de Viagem 2010 – Última sessão e boas surpresas

A última sessão do EGOS foi fantástica! Acredito que sairei com um saldo de mais 2 publicações e alguns contatos para artigos. Uma das publicações deve sair em função do resultado do tracking, onde devemos escrever alguns capítulos para uma publicação especial e meu trabalho em Alianças Estratégicas deve ajudar em uma discussão importante. A outra publicação eu soube depois que saí: uma das participantes mandou email a todos convidando-nos a participar de um livro sobre métodos de pesquisa longitudinal. Falei com ela e o trabalho do meu artigo se encaixa em um dos capítulos que ela precisa. Ou seja, saldo super positivo! Estou muito feliz com esse congresso!!!

Agora preciso decidir para onde irei saindo de Lisboa.

Diário de Viagem 2010 – Fados em Lisboa

A noite, devidamente trocados e arrumados – e amuados, após a derrota para a Holanda – fomos assistir a uma apresentação de fado. Foi divertido estar com o pessoal – bem divertido – e conhecer uma tradição portuguesa. Só não foi divertido pagar 9 euros em um doce de pêra.

Amanhã é o último dia de sessões no congresso. Vou deitar mais cedo pois pretendo estar lá.

Diário de Viagem 2010 – Mosteiro e Capela de S. Jerônimo

Mosteiro dos Jerônimos

Depois da Torre, fomos ao Mosteiro dos Jeronimos e à Capela de São Jerônimo. O lugar deveria ser mesmo um espaço de oração e meditação. Muito bonito, passa uma sensação de paz muito gostosa.

Túmulo de Luis Vaz de Camões

Lá estão os restos mortais de Fernando Pessoa, enquanto a capela comporta os restos de Vasco da Gama – considerado o maior navegador português – e Luis Vaz de Camões, que dispensa apresentações.

Saindo de lá, bem… passamos novamente nos pastéizinhos de Belém (aquilo é irresistível, hehehe).

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Diário de Viagem – 2010 – Belém, Belém, seus pastéis eu quero bem

MARAVILHOSOS esses pasteizinhos de Belém!

Ops, comecei o post pelo final, mas, pudera, esses pasteizinhos… Do princípio: acordamos cedo e reunimos a galera (Gabi, Paty, Marcus Vinícius e Gabi) para pegar o elétrico, ou o bondinho. Caminhada longa, mas divertida. Sempre bom sair com gente divertida e chegamos na região de Belém. Na verdade, antes de qualquer outra coisa – ver a Torre, o mosteiro, a igreja – fomos comer os tão famosos pasteis de Belém. E, bem… eles valem a fama. Não tem como explicar um sabor aqui, vai. Ok, vou tentar: são leves, não muito doces, e servidos com canela e açúcar são algo que só tem lá. Sério! Esquece Habibs ou qualquer outro pretenso lugar que tente vende-los: Pasteis de Belém, só em Belém!

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