Diário de Viagem 2012 – O menino da coleira

Podem dizer que é amor, cuidado ou o nome que quiserem dar, mas ver um menino sendo segurado por seu pai em uma coleira é revoltante. Seja no Brasil, na Estônia ou em Santa Rita do Passa Quatro.

Ridículo!

IMG_9488 - Coleira

PS: eu entendo a razão pela qual se usa essa coleira e até concordo que ela dá mais liberdade pra criança (provavelmente eu também usasse), mas que a imagem é forte, é.

 

E morreu José…

O post não tem nada a ver com nada. Nem é algo pra lembrar no futuro ou coisa assim. Mas o blog é meu e escrevo o que quero. Não tenho leitores, tenho amigos que gostam ou não do que escrevo. E para amigos vale mais como estou me sentindo do que uma boa escrita. Nem vou falar muito… estou triste (e poderia estar zuando corinthianos, palmeirenses). Morreu ontem o peixe José.

Sim, meu peixe tem nome. Ou tinha. Ou ainda tem, mesmo sem ser mais. Nem sou o tipo de cara que tem bichinhos de estimação e tudo mais. Tenho duas plantas (a Joana e a Maria, ambas batizadas) que cuido e fico vendo crescer. É terapeutico até. Mas ao chegar em casa e ver José de lado, como é quando um peixe morre, baqueei. Senti mesmo.

Peixe José

Peixe José

Sei lá… nem tenho mesmo muito que falar dele. Era um peixe beta. Pronto. Andava meio mal há algum tempo. Alguém me disse que betas gostava de água suja. Eu não devia ter levado a sério.

Talvez, porém, o que mais tenha me deixado triste foi a incapacidade de cuidar de um peixe. É… no fim, acho que é isso. José morreu e estou mais triste por mim do que por ele.

Deus, me ensina a aprender a cuidar das pequenas coisas.